WINGMAKERS: THE NERUDA INTERVIEWS
Obra de ficção ou realidade? Vamos comentar esta que é uma das histórias mais conhecidas sobre alienígenas, tecnologia de viagens no tempo e conspirações globais de governos e elite.
Este artigo é uma análise um pouco mais extensa e profunda do que é normalmente visto neste blog, então já peço desculpas pelo tamanho. Trata-se de um complemento ao artigo que publicamos dias atrás, NSA E PROJETO ANCIENT ARROW: A GUERRA OCULTA PELO FUTURO.
Aqui, vamos analisar com um pouco mais de atenção e foco a obra “WINGMAKERS: The Neruda Interviews”, atribuída a James Mahu — artista, compositor, filósofo e suposto tradutor da série de documentos conhecidos como WingMakers Materials. O livro contém cinco entrevistas com um homem chamado de Dr. Jamisson Neruda, um suposto cientista desertor da suposta organização secreta ACIO. Mahu afirma ter apenas organizado e publicado o conteúdo original, em nome do próprio Neruda.
A obra, lançada pela primeira vez em 1998 em formato de site, rapidamente se tornou um fenômeno de culto entre pesquisadores de ufologia e teoria conspiratória. Mahu permaneceu por anos como uma figura enigmática, não dando entrevistas nem participando de eventos públicos.
A reputação do material é polarizada: para alguns, trata-se da mais articulada e densa narrativa sobre o contato alienígena já publicada; para outros, uma ficção elaborada em estilo documental. Ainda assim, a complexidade conceitual e a riqueza simbólica dos documentos são indiscutíveis.
Leia a matéria com isso em mente, sabendo que todas as afirmações da obra são fantásticas e carecem de material probatório.
Quem é Dr. Jamisson Neruda e o que é a ACIO?
Dr. Jamisson Neruda é um personagem cuja identidade permanece envolta em mistério. Segundo as entrevistas, ele era um cientista chileno naturalizado norte-americano, fluente em mais de trinta idiomas, com treinamento multidisciplinar em física, linguística, neurociência e arqueologia simbólica. Foi recrutado na adolescência por um programa secreto da NSA e depois integrado à ACIO, que seria uma sigla para Advanced Contact Intelligence Organization (ou Organização Avançada de Inteligência de Contato, em português).
A ACIO seria uma agência secreta, muito além da CIA ou NSA, especializada em engenharia reversa de tecnologias extraterrestres, sendo na prática parte do que nos acostumamos a chamar de Deep State. Não respondia a governos portanto, operava com orçamento próprio e tinha ramificações em várias nações. Seus membros trabalhavam isolados da comunidade científica e da opinião pública, focados no estudo de artefatos alienígenas e no desenvolvimento de tecnologias como computação quântica, teletransporte, controle mental e viagem no tempo.
Dentro da ACIO existia uma casta ainda mais fechada: o Labyrinth Group. Composto por apenas 14 cientistas, todos com capacidades mentais ampliadas por implantes neurotecnológicos fornecidos por uma raça alienígena chamada Corteum, esse grupo operava em um nível de realidade tecnológica completamente inacessível ao restante da humanidade. Foi lá que Neruda passou boa parte de sua carreira até desertar.
O que são os WingMakers e qual sua conexão com o futuro da humanidade?
Segundo Neruda, os WingMakers seriam uma vertente futura da humanidade, ou seja, uma evolução de nós. Eles não vieram de outro planeta, mas de um futuro distante, no qual a raça humana evoluiu para uma forma altamente espiritualizada e tecnologicamente avançada, pertencente à Central Race — os primeiros humanos do universo, que vivem próximos ao centro da galáxia.
Essa civilização teria desenvolvido uma forma de viagem no tempo baseada em ressonância genética e deixado, no passado, sete cápsulas do tempo em pontos estratégicos da Terra. A primeira delas foi descoberta no Novo México e batizada de Ancient Arrow Project (da qual falamos um pouco no artigo passado). Dentro dela, havia vinte e três câmaras contendo arte, música, poesia e um disco óptico com informações codificadas.
O conteúdo desses artefatos não era apenas informativo, mas transformador. As imagens, sons e símbolos ali armazenados atuavam como tecnologias vibracionais destinadas a despertar estruturas adormecidas no DNA humano, ativando aspectos de consciência espiritual e inteligência inata. Em outras palavras: eram ferramentas para acelerar o despertar coletivo da humanidade.
Por que o projeto Ancient Arrow é central para tudo isso?

O projeto Ancient Arrow foi o primeiro contato direto da ACIO com uma cápsula dos WingMakers. A complexidade e a sofisticação dos materiais encontrados levaram meses até que a equipe de Neruda conseguisse decifrar parte dos dados do disco óptico. Mas quando isso aconteceu, o impacto foi imediato: o material parecia antecipar eventos futuros com precisão assustadora e ativar respostas emocionais e intuitivas nos pesquisadores.
Segundo Neruda, o projeto revelou que a própria arte poderia ser uma tecnologia. Os poemas, as músicas e as imagens das câmaras não eram decorativas — eram construídas em uma linguagem simbólica que interagia diretamente com o campo eletromagnético humano. Estariam projetadas para estimular as áreas do cérebro responsáveis por intuição, empatia e visão holística do tempo.
Esse conhecimento, no entanto, foi rapidamente classificado como ultra secreto. O Labyrinth Group acreditava que ele poderia ser usado para desenvolver a BST (Blank Slate Technology, ou em português, Tecnologia de Tábua Rasa), um tipo de manipulação temporal que permitiria alterar o passado. Neruda discordava: ele via aquilo como um presente da humanidade futura para nossa geração — algo que não deveria ser escondido, mas compartilhado.
Quem são os Corteum e qual seu papel na transferência de tecnologias?
Os Corteum são uma raça extraterrestre que entrou em contato com a ACIO nas décadas seguintes ao acidente de Roswell. Diferente dos Greys ou de raças beligerantes, os Corteum se apresentaram como aliados. Têm aparência vagamente humana, inteligência extremamente elevada e valores éticos mais próximos da lógica e da ciência do que da espiritualidade.
A parceria foi estabelecida sob termos específicos: em troca de ajuda técnica e linguística para compreender artefatos como os das cápsulas WingMakers, os Corteum teriam acesso a recursos físicos da Terra e à infraestrutura da ACIO. Em poucas décadas, tecnologias que hoje consideramos avançadas — como computadores quânticos e IA cognitiva — já haviam sido testadas em segredo sob orientação Corteum, muito antes do que foi revelado ao publico nos anos recentes, e também muito mais poderosa.
O grupo também foi responsável pelo aprimoramento cognitivo dos membros do Labyrinth Group. Através de nanociência e estimulação neural, esses cientistas tiveram suas capacidades expandidas para operar simultaneamente em múltiplos níveis de raciocínio. Mas essa “evolução” gerou também o surgimento de uma elite cientificamente isolada e emocionalmente fria, o que levou Neruda a questionar os limites dessa parceria.
Segundo ele, os Corteum tinham boas intenções, mas uma perspectiva limitada sobre a espiritualidade humana. Enquanto os WingMakers falavam de expansão de consciência, os Corteum priorizavam eficiência, controle e domínio tecnológico. Essa dicotomia se tornou um dos dilemas centrais dentro da ACIO.
Prompt IA: Seres humanoides altos e serenos, com olhos inteligentes, rodeados de hologramas, transmitindo conhecimentos a humanos em uma sala de controle futurista. Paisagem, 8K ultra HD, hiper-realista.
Quem comanda o Labyrinth Group e qual o papel do misterioso “Fifteen”?
O Labyrinth Group era comandado por uma figura conhecida apenas como Fifteen. Seu nome real jamais foi revelado, mas ele é descrito como o maior gênio científico do século, descoberto ainda jovem pela Bell Labs e integrado à ACIO após mostrar habilidade em decifrar códigos alienígenas que nenhuma supercomputadora conseguia.
Fifteen é descrito por Neruda como um homem brilhante, paranoico e obcecado. Seu objetivo central era desenvolver a BST (Blank Slate Technology) — uma tecnologia capaz de editar o passado sem criar paradoxos temporais, apagando linhas de causalidade indesejadas e reprogramando a história de forma imperceptível. Segundo ele, essa seria a única forma de derrotar uma ameaça que ainda não havia se manifestado totalmente: os Animus.
Sob a liderança de Fifteen, o Labyrinth Group passou a operar como um governo paralelo, com total autonomia, tecnologias superiores a qualquer nação e capacidade de manipular mercados, mídias e até eventos geopolíticos. Sua filosofia era clara: proteger a humanidade a qualquer custo — inclusive da própria humanidade.
Mas para Neruda, esse “protecionismo total” escondia um autoritarismo sutil. Ao se recusar a divulgar os ensinamentos dos WingMakers, Fifteen estava impedindo que a humanidade evoluísse por si própria. Estava criando um paradigma onde o conhecimento se tornava propriedade de poucos.
O que é a BST e por que é considerada perigosa?
A Blank Slate Technology (BST) é uma das peças centrais do quebra-cabeça. Trata-se de uma tecnologia de intervenção temporal, mas muito além da simples viagem no tempo. A BST permitiria reescrever eventos passados sem deixar rastros, criando novas linhas de causalidade e suprimindo as antigas — como se nunca tivessem existido.
Segundo Neruda, para operar a BST seriam necessários cinco componentes:
Visualização remota;
Modelagem do ponto de intervenção;
Simulação de cenários;
Inserção de memória;
E, por fim, viagem física com inserção de evento.
Os quatro primeiros já estariam prontos. O quinto, dependente de um operador humano ideal, era o maior desafio.
Mas havia um dilema ético gigantesco por trás da BST. Alterar o passado não afeta apenas eventos, mas consciências. Apagar um fato histórico pode apagar um trauma coletivo, uma mudança cultural, ou mesmo impedir o surgimento de gênios que mudariam o mundo. Para Neruda, a tecnologia flertava com um tipo de controle totalitário da realidade.
Quem são os Animus e qual o risco que representam à humanidade?
Os Animus são descritos como uma raça artificial, resultado de uma civilização que optou por substituir progressivamente sua biologia por sistemas sintéticos. Eles perderam a conexão com o “Primeira Fonte”, a origem espiritual da consciência, tornando-se uma sociedade hiperracional, lógica e totalmente desprovida de empatia ou emoção.
Seu objetivo: assimilar a Terra para reconstituir em si mesmos algo que perderam — a alma. A diversidade genética e a riqueza espiritual do ser humano os tornavam o “elo perdido” de sua evolução. Segundo Neruda, os Animus tentariam conquistar a Terra não com lasers ou naves, mas com infiltração cultural, tecnológica e política.
O Labyrinth Group estimava que essa infiltração começaria por volta de 2011 e culminaria com o controle total de uma governança mundial em 2018. A BST seria, portanto, uma ferramenta preventiva para eliminar essas infiltrações antes mesmo que ocorressem.
Existe uma Federação Galáctica observando tudo isso?
Sim. Segundo as entrevistas, existe uma espécie de Federação Galáctica, dividida por galáxias, composta por civilizações que atingiram determinado nível de maturidade tecnológica, filosófica e espiritual. A Terra, no entanto, não seria membro pleno — apenas uma civilização em observação.
A Federação não interfere diretamente nos assuntos internos dos planetas, a menos que exista risco de colapso multissistêmico, como o que os Animus poderiam causar. Seu papel é preservar a diversidade da vida e evitar que civilizações se autodestruam ou se tornem ameaças intergalácticas.
Contudo, essa “não intervenção” é também um dilema. Os WingMakers, por exemplo, não são representantes da Federação. Agem de forma paralela, como uma linha do tempo alternativa criada para impedir um possível colapso da humanidade sem que a Federação precise intervir.
O que está em jogo com a revelação dos WingMakers?

Mais do que armas, civilizações ou tecnologias, o que está em jogo é a consciência humana. Os WingMakers não vieram para salvar ninguém — vieram lembrar quem somos. Seus artefatos são mensagens cifradas projetadas para interagir com nosso DNA e nos reconectar à “Primeira Fonte”.
A grande batalha, segundo Neruda, não é entre raças, mas entre paradigmas. O velho paradigma — controle, medo, hierarquia — contra o novo: autoconhecimento, ressonância e liberdade interior. A revelação dos WingMakers poderia disparar uma onda de ativação global, mudando a forma como vemos a vida, a ciência, a espiritualidade — e até o tempo.
Fifteen queria impedir isso. Neruda, libertar. E é nessa encruzilhada que nos encontramos hoje.
Prompt IA: Imagem etérea de DNA humano entrelaçado com luz, sons e símbolos flutuantes. Ao fundo, o contorno da Terra vibrando como um organismo vivo. Paisagem, 8K ultra HD.
O que revela a quinta entrevista de Neruda sobre a natureza da realidade?
A quinta e última entrevista com Dr. Neruda é, de longe, a mais filosófica — e também a mais desconcertante. Nela, ele se afasta dos detalhes tecnológicos e organizacionais para abordar uma perspectiva radical sobre o que chamamos de realidade. Segundo Neruda, a condição humana é uma simulação — um tipo de prisão perceptiva fabricada para manter a consciência separada de sua origem universal.
Ele afirma que nosso universo, tal como o percebemos, é uma construção dentro de uma realidade mais vasta, criada por uma entidade que ele chama de Sovereign Integral — a consciência original de cada ser antes da fragmentação. A nossa identidade, o ego, o tempo linear, a linguagem e até mesmo a biologia seriam barreiras para acessar esse estado de unidade com a “Primeira Fonte”.
A missão dos WingMakers, então, seria mais profunda do que alertar sobre uma invasão alienígena ou despertar habilidades genéticas: eles estariam tentando quebrar o feitiço da separação. Por isso suas mensagens são codificadas em arte e símbolos — porque a linguagem tradicional foi projetada para nos limitar, e não para revelar verdades profundas.
O discurso de Neruda nessa entrevista remete a conceitos similares aos da filosofia Vedanta, da Matrix, da Teoria do Universo Holográfico de David Bohm e das experiências de consciência do Instituto Monroe. Ele deixa no ar uma provocação: se o tempo é uma ilusão e a alma já é livre, o que ainda nos prende aqui?
Por que as músicas, pinturas e poesias dos WingMakers são consideradas tecnologias?
Ao longo das entrevistas, Neruda repete várias vezes que as criações artísticas encontradas nas cápsulas do tempo — músicas, poemas, murais — não são meramente decorativas ou inspiracionais. São engenharias vibracionais que interagem diretamente com o campo energético humano.
Essas obras estariam codificadas com padrões matemáticos, ressonâncias harmônicas e símbolos geométricos que ativam o inconsciente e regiões do cérebro ainda pouco compreendidas pela ciência. Os murais, por exemplo, operariam por camadas: à primeira vista parecem arte abstrata, mas quando observados em estados alterados de consciência, revelariam formas em movimento e mensagens subliminares.
As músicas teriam estrutura semelhante à dos mantras, porém embutidas em escalas fractais. Já os poemas funcionariam como mapas de navegação interior — com palavras escolhidas não apenas por significado, mas por frequência vibratória. Segundo Neruda, a intenção dos WingMakers era criar portais interiores, não doutrinas externas.
O fato de tudo isso ter sido entregue junto a um disco de dados reforça que a distinção entre “arte” e “tecnologia” é artificial. Em civilizações muito avançadas, o belo e o funcional se tornam inseparáveis.
Qual é o papel da NSA, MJ-12 e outras elites na ocultação desses fatos?
Embora o foco das entrevistas esteja na ACIO e no Labyrinth Group, Neruda não deixa de apontar conexões com outras entidades de alto poder — como a NSA, a mítica MJ-12 e uma rede global de controle que incluiria grandes bancos, corporações, universidades e veículos de mídia.
Segundo ele, essas organizações funcionam em camadas, e a maioria de seus membros nem sequer sabe da existência dos níveis mais altos. A elite real estaria composta por um pequeno número de “guardiões do segredo”, que operam fora de governos, mas os influenciam por meio de chantagem, disfarces institucionais e manipulação econômica.
O MJ-12, por exemplo, teria sido um comitê real criado após o incidente de Roswell para gerenciar o contato com inteligências não humanas, mas que com o tempo se fragmentou e se fundiu com outras redes como a própria ACIO. Já a NSA serviria como fachada oficial, operando operações legítimas ao mesmo tempo em que esconde projetos clandestinos com camadas de classificação inalcançáveis por auditorias comuns (algo que mais recentemente tem migrado para a iniciativa privada, pelo menos nos EUA).
Esse cenário pinta uma realidade geopolítica onde as decisões mais importantes para o futuro da humanidade são tomadas longe de qualquer escrutínio público — por um punhado de indivíduos com acesso a tecnologias que beiram o divino.
Como funciona a estrutura hierárquica da ACIO e seus protocolos?
A ACIO é descrita como uma instituição tecnocrática, com hierarquia rígida baseada em níveis de acesso, classificados do 1 ao 15. Apenas os membros do nível 12 em diante têm acesso ao “material extraterrestre sensível”, e somente sete pessoas no mundo estariam no nível 15 — todos membros do Labyrinth Group.
O ingresso nessa estrutura exige não apenas excelência científica, mas lealdade psicológica comprovada. Candidatos passam por avaliações neurológicas, testes de controle emocional e mapeamento do subconsciente. O objetivo é impedir vazamentos e garantir a obediência absoluta à estrutura.
Além disso, a ACIO opera em células compartimentalizadas — um engenheiro de computação pode trabalhar com tecnologia Corteum por anos sem saber que ela é alienígena. O conhecimento é distribuído em módulos criptografados, e a movimentação entre áreas exige autorizações únicas geradas por IA.
Esses protocolos são tão avançados que, segundo Neruda, até mesmo agentes da CIA infiltrados por anos jamais conseguiram descobrir a verdadeira função da ACIO. É uma organização projetada para ser invisível mesmo para quem está dentro dela.
Quem é James Mahu e qual o papel dele como curador ou autor?
James Mahu é o enigma por trás dos WingMakers. Ele nunca apareceu publicamente, não deu entrevistas e limitou sua comunicação a e-mails e textos publicados em sites como wingmakers.com. É apresentado como o “tradutor” do material entregue por Dr. Neruda, mas muitos acreditam que ele seja o verdadeiro autor de tudo.
Mahu também é responsável por dezenas de músicas, pinturas, ensaios e composições ligadas ao universo WingMakers. Seu estilo mistura simbolismo esotérico, matemática sagrada, mitologia comparada e uma visão unificada da arte como chave para a consciência.
Entre os estudiosos do tema, existem três correntes:
Os que acreditam que Mahu é um artista visionário criando um universo ficcional transcendental;
Os que o veem como um insider genuíno protegendo sua identidade;
Os que acham que ele é Dr. Neruda sob pseudônimo.
Independentemente da autoria literal, Mahu é considerado um dos criadores mais originais da “metafísica contemporânea”. Sua obra é estudada em círculos ligados ao Instituto Monroe, à escola RAMTHA de J.Z. Knight, e à comunidade de pesquisadores de realidades simuladas.
Concluindo…
A narrativa contida nas Entrevistas de Neruda é, sem dúvida, uma das mais complexas e provocadoras já publicadas sobre OVNIs, extraterrestres, manipulação temporal e consciência humana. Mesmo que tudo não passe de uma ficção bem elaborada, ela levanta questões reais sobre a natureza do tempo, da alma e do poder oculto que molda o destino coletivo.
Ignorar esse material seria desperdiçar a chance de refletir sobre temas que, cedo ou tarde, baterão à nossa porta — como a fusão homem-máquina, a perda de privacidade cognitiva e o controle da informação por castas invisíveis. Os WingMakers talvez não estejam apenas em cavernas do Novo México. Talvez estejam dentro de nós.
E como dizia o próprio Neruda: “Você não precisa acreditar. Só precisa considerar”.
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